quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fardas contra Jeans!


 

Hoje eu e meus amigos fomos vítimas da polícia! Enquanto meus amigos fumavam um baseado, dois policiais os pararam e os roubaram 70 reais. Enquanto um de meus amigos pegava o dinheiro sobre o carro, um dos policiais falou que se sentiu ofendido, tomando o dinheiro de sua mão. A questão é, a polícia tem a função de oprimir ou cumprir o seu dever? Ainda sim, nos semtimos roubados ou oprimidos? Já decidi o que quero ser quando crescer... Dinheiro dá, né? Ainda vem eles reclamar de salário, que é apenas não declarado! Declara pra receita esses 70 meu amigo!!! Ontem perdi minha carteira em um bar e paguei 30 reais, mais o dinheiro que nela se encontrava, pra recuperar os documentos, detalhe que, acho que quem me roubou estava na mesa bebendo comigo. Genteeeen em quem mais posso confiar?! aiiin, mêda! hehehe

Aqui vai uma reportagem sobre a declaração de bens dos candidatos a reeleição do meu Estado.

Dados da Justiça eleitoral mostram o patrimônio de parlamentares que tentam permanecer.

A deputada federal Rebecca Garcia (PP) encabeça a lista dos dez mais ricos entre 34 parlamentares do Amazonas que vão disputar a reeleição no pleito deste ano. Em sua declaração de bens, ela informou possuir um patrimônio avaliado em R$ 2,2 milhões. O senador Arthur Virgílio Neto (PSDB), que também concorre à reeleição, não declarou bens ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O patrimônio de Rebecca cresceu seis vezes nos últimos quatro anos, quando ela disputou a vaga nas eleições de 2006. À época, conforme informações colhidas no site do TRE, a então candidata declarou R$ 367,4 mil em bens.

Em segundo lugar entre os mais ricos aparece a candidata à reeleição na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), a deputada Vera Lúcia Castelo Branco (PTB), com R$ 1,7 milhão declarados em bens à Justiça Eleitoral. Há quatro anos, quando foi eleita para seu primeiro mandato legislativo pelo extinto PFL, a delegada policial de carreira não declarou nenhum bem ao Tribunal.

O patrimônio do deputado federal Átila Lins (PMDB), em terceiro lugar, rendeu R$ 500 mil a mais nos últimos quatro anos. Nesta eleição, ele declarou possuir R$ 1,7 milhão em bens enquanto que em 2006, declarou possuir R$ 1,2 milhão, boa parte em imóveis. Já o seu irmão, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Belarmino Lins (PMDB), duplicou seu patrimônio de 2006 para cá. Naquele ano, ele disse possuir R$ 732,4 mil e este ano, R$ 1,4 milhão.

Ainda entre os dez mais ricos, aparecem os parlamentares Vicente Lopes (PMDB), com bens declarados de R$ 1,3 milhão, seguido de Ronaldo Tabosa (PP), com R$ 1,1 milhão, Adjuto Afonso (PP), com R$ 1 milhão, Therezinha Ruiz (DEM), com R$ 891 mil, Liberman Moreno (PHS), com R$ 876 mil e Sabá Reis (PR), em 10º lugar, com um patrimônio de R$ 860 mil.

A soma das declarações destes 34 parlamentares totaliza R$ 22,5 milhões, excetuando quatro que não apresentaram suas declarações: Arthur Neto e os deputados estaduais David Almeida (PMN), Ricardo Nicolau (PRP) e Wilson Lisboa (PCdoB). O mais ‘pobre’ desta eleição geral que aparece em último lugar entre os 34 é o deputado estadual tucano Arthur Bisneto, com R$ 93,6 mil declarados.

O deputado federal Marcelo Serafim (PSB), que se elegeu para o primeiro mandato em 2006, teve eu patrimônio quintuplicado, nestes últimos quatro anos. Subiu de R$ 154,3 mil para R$ 759,9 mil.

O vice-prefeito licenciado Carlos Souza (PP) e o deputado federal Silas Câmara (PSC) foram os únicos que apresentaram perdas em seus rendimentos. Em 2006, Souza declarou R$ 1,4 milhão e Câmara R$ 574 mil. Este ano, o vice-prefeito disse ter R$ 485,9 mil e o parlamentar R$ 370 mil.

Tudo dando certo pra esses qui, né não moçada? hehe. Essa outra é uma reportagem sobre o uso de drogas na minha Universidade, destacando que, sofre de carência em vários setores, mas é claro que primeiro os alunos precisam ser oprimidos.

Vários crimes já foram registrados no campus, como furto, assalto à mão armada, arrombamento de veículos, tentativa de estupro e sequestro relâmpago.

Manaus - A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) solicitou, nesta segunda-feira (12), à Polícia Federal patrulhamento na instituição. Segundo a Ufam, o pedido foi feito pela reitora Márcia Perales depois que policiais federais flagraram e detiveram 15 alunos consumindo drogas no campus da universidade, na sexta-feira. Segundo a instituição, há uma empresa terceirizada para fazer a segurança no campus, mas existe a necessidade de uma ação com eventuais blitze da PF.

Vários crimes já foram registrados no campus, como furto, assalto à mão armada, arrombamento de veículos, tentativa de estupro e sequestro relâmpago. De acordo com a Polícia Federal, o pedido ainda não chegou à superintendência. Os alunos detidos na sexta-feira, alguns, menores de idade, foram liberados depois que seus pais ou responsáveis, foram buscá-los na sede da PF. Os maiores de idade foram autuados. A PF havia sido chamada pela Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários para deter os alunos.

Ooooooos alunos? é isso aí, né... Muuuuuuuuuuuuito bem Reitoria e PF!! Controlando os alunos, talvez agora eles possam ser estuprados, roubados, o caralho a quatro sem fumar maconha :)

Bom galere, me sinto muito mais segura e entendo perfeitamente a função de nossos bandidos e de nossa polícia, a união. Que lindo, né? Vamo se unir também, né povo?
Com essa não viaja nãoooo, a polícia viaja e aprecia por nós. Tomara que eu não seja morta pelo goleiro do meu time por esse post! Rááá, lembrei que eu não sou Flamenguista! ufffff...

Vai umas fotinhas pra nos tranquilizar aê!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Twitta isso!



Puuutz! Já pensei e já não resisti...
Grande geração mais virtual impossível! Atrás ficam aquelas idéias jovens e revolucionárias, poesia, boa música! Agora a idéia é instantânea e vira twitte? ou sei lá e é substituída a cada segundo? Se for boa alguém retwitta? Se torna até obrigação falar a todo minuto. Me indigno quando tô em um bar e alguém, ai quero twittar, puft...O pior é que até famoso se enrola, fala e depois se arrepende, briga publicamente. Logo eles que adoram se preservar! Tem também aqueeele conteúdo de altíssima qualidade. Então fica assim, além de expor todas as idéias, digo, pensamentos, digo, qualquer merda, expõe toda a tua vida (que quem quer saber? cof cof..) maaaaaaaaaaaaaaas, tem aquela né? não gostou? não lê. Faz melhor? então me supera (papo de galeroso pomba lesa cibernético rsrs). Mas é isso aí galere, não tô nenhum pouco afim! Generalizou, foi? então tá, né? Boa notícia é que só tem a piorar! Fui viver... Boa viagem no twitter!

Velocitad

                                     
Tão rápido que não dá pra descrever.
Só o que é bom dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível.

Nas nuvens.















De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

"LIKE I SAID ITS BEEN THREE YEARS SINCE I'M KNOCKING ON YOUR DOOR AND I STILL CAN KNOCK SOME MORE" a la bob marley...Esse quem aprecia sou eu! Viajei...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Fala Nietzsche! Sobre música e a inocência na maldade.

A música, em si, não é tão significativa para o nosso mundo interior, tão profundamente tocante, que possa valer como linguagem imediata do sentimento; Mas sua ligação ancestral com a poesia pôs tanto simbolismo no movimento rítmico, na intensidade ou fraqueza do tom, que hoje imaginamos que ela falhe diretamente ao nosso íntimo e que dele parta. A música dramática é possível apenas quando a arte sonora conquista o imenso domínio de meios simbólicos, com o lied, a ópera e centenas de tentativas de pintura tonal. A música absoluta é, ou forma em si, no estado cru da música, em que o ressoar medido e variamente acentuado já causa prazer, ou simbolismo das formas, que sem poesia já fala a compreensão, depois que as duas artes estiveram unidas numa longa evolução, e por fim a forma musical se entreteceu totalmente com fios de conceitos e sentimentos. Os homens que permaneceram atrasados no desenvolvimento da música podem sentir de maneira puramente formal a peça que os avançados entendem de modo inteiramente simbólico. Em si, música alguma é profunda ou significativa, ela não fala da vontade ou da coisa em si; Isso o intelecto só pode imaginar numa época que havia conquistado toda a esfera da vida interior para o simbolismo musical. Foi o próprio intelecto que introduziu tal significação no som: assim como pôs nas relações de linhas e massas da arquitetura um significado que é, em si, completamente estranho as leis mecânicas.

O que há de inocente na maldade. A maldade não tem por objetivo o sofrimento do outro em si, mas nosso próprio prazer, em forma do sentimento de vingança ou de uma mais forte excitação nervosa, por exemplo. Já um simples gracejo demonstra como é prazeroso exercitar nosso poder sobre o outro e chegar ao agradável sentimento da superioridade. Então o imoral consiste em ter prazer a partir do desprazer alheio? É diabólica a satisfação com o mal alheio. Na natureza obtemos prazer quebrando galhos, removendo pedras, lutando com animais selvagens, para nos tornarmos conscientes de nossa força. Saber que outro sofre por nosso intermédio tornaria imoral a mesma coisa pela qual normalmente não nos sentimos responsáveis? Se não o soubéssemos, contudo, também não teríamos prazer em nossa própria superioridade, que justamente só se pode dar a conhecer no sofrimento alheio, no gracejo, por exemplo. Em si mesmo o prazer não é bom nem mal; De onde viria a determinação de que, para ter prazer consigo, não se deveria suscitar o desprazer alheio? Unicamente do ponto de vista da utilidade, ou seja, considerando as conseqüências, o desprazer eventual, quando prejudicado o Estado que o representa leva a esperar punição e vingança: Apenas isso, originalmente, pode ter fornecido o fundamento para negar tais ações. Assim como a maldade não visa o sofrimento em si, também a compaixão não tem como objetivo o prazer do outro. Pois ela abriga no mínimo dois “Talvez muito menos” elemento de prazer pessoal, e é desta forma, fruição de si mesma: primeiro como prazer da emoção, a espécie de compaixão que há na tragédia, e depois, quando impele à ação, como o prazer da satisfação no exercício do poder.



Primeira postagem Fala Nietzsche! tirada do livro Humano, demasiado humano. Aprecieeeeem e good trip!